Saudações Metalsplashers!!!
Como vocês perceberam a melhor coluna do nosso querido blog mudou de dia, então vejam se não vão errar, hein?
Vamos ao que interessa: Rock N Roll na orelha!!

O vocalista Júnior mostra-se altamente profano ao microfone, com garganta de sobra para proferir impropérios como "I Despise the Human Race / I Spit on Your Values / I Renounce Your Faiths / Damned World, Earth of Horrors" (em "I Despise the Human Race", a faixa que abre o CD). O baixo de Flávio desponta especialmente matador em "Necrofragments on the Ocean of Blood". Já "Sinister Winged Minstrel" é um cartão de visita e tanto para o baterista Rômulo, que esbanja velocidade e energia nos pedais e nas baquetas. Ademais, "Echoes of Chaos" e "Imminent War" confirmam como Hélio e Júnior (que também é guitarrista base) trabalham muito bem a linha de guitarras do CORPSE GRINDER.
Outras faixas imperdíveis de "Hail..." são "When Death Calls" (a semelhança com a canção homônima do Black Sabbath de Tony Martin fica só no nome mesmo) e "Lady of the Graves", que foi composta pelo quarteto em homenagem a Maria do Cemitério - "a única coveira do mundo, guardiã do cemitério de nossa cidade", conforme explica a banda no encarte do CD. Isso sem falar na faixa-título do álbum, que é uma verdadeira "desgraceira" (como diria um amigo headbanger).
"Hail to the Death Metal Legion", como o próprio nome sugere, é uma verdadeira saudação à legião de fãs do estilo. Um presente digno para celebrar as mais de duas décadas de estrada do CORPSE GRINDER.
http://corpsegrindermg.blogspot.com/
http://www.myspace.com/corpsegrinderdeathmetal
O novo trabalho do quarteto, formado por Itazil Júnior (vocal/guitarra), Daniel Lima

A história do FLASHOVER começou em 1997, com a vontade do então power trio em produzir um metal de qualidade, inspirado em papas como SLAYER, KREATOR, SODOM e JUDAS PRIEST. Desde então, os caras só fazem ganhar espaço na cena thrasher brasileira, com muito respeito no cenário underground e gás de sobra para "ganhar a superfície".
A reputação que Itazil e seus companheiros construíram na cena metal pode ser facilmente compreendida e constatada em "Superior". Além da produção elaborada de Nathan Brasil (RHEVENGE), que também assinou "Land of Cannibals", o novo disco traz participações mais do que especiais: Vitor Rodrigues (TORTURE SQUAD), Fernando Lima (DROWNED), Pedro (ELLFUS), Pablo (DYNAHEAD), Carlos (NARCOZE/ BLAZING DOG), Robson (ABHORRENT) e Germano (TUMULTO) dão o ar da graça ao longo dos quase 40 minutos de porradaria e só engrandecem o resultado final.
O instrumental do FLASHOVER é dos melhores, com destaque para as guitarras de Itazil e Fernando. E "Superior" mostra ao ouvinte uma banda que realmente sabe fazer metal, na fronteira entre o thrash oitentista e o mais profano dos deaths.
"Season in Hell", com sua introdução matadora, nos remonta diretamente às sensacionais obras de SLAYER e VENON (boas referências, por sinal...). É impossível ouvir "Blood of Fire" sem se lembrar de "Disciples of the Watch", hino do TESTAMENT. E o que falar de "Underground", então? Não é à toa que o FLASHOVER, ao notar a receptividade dos fãs durante os shows, já elegeu esta música como "um clássico da banda". "Flesh and Blood" também agrada logo de cara, com seu riff contagiante e sua velocidade brutal, assim como o Sepultura mostrou ao mundo que nossas bandas sabem fazer muito bem.
http://www.flashoverbr.com.br/
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Investindo em uma sonoridade pesada, e que busca por um caminho único, o grupo mostra personalidade em “Trials And Punishments”. Ainda que o rótulo “gothic metal” seja recorrente nas matérias sobre o Laudany, a banda transcende esta denominação. Influências do estilo podem ser sentidas em todas as faixas, assim como pitadas de hard rock, metal tradicional e até progressivo. Para efeitos de comparação, o som da banda me trouxe à mente o grupo finlandês The 69 Eyes, principalmente pelas generosas doses de hard rock.
Mas ficar neste papo de estilos e rótulos é perda de tempo. O que vale é colocar o trabalho para rolar, e daí a coisa muda de figura. O profissionalismo dos caras salta aos ouvidos, com músicas muito bem elaboradas, arranjos que passam a sensação de terem sido muito bem pensados e discutidos, execução impecável e uma produção excelente. Os vocais de Moysés Prado são uns dos destaques do álbum, assim como o trabalho do tecladista Wellington Moreira. Guitarras pesadas são presença constante, o que torna o som do Laudany muito agradável, e fácil, de se ouvir.
De uma maneira geral as dez faixas que compõe “Trials And Punishments” soam bastante homogêneas, com a qualidade nivelada pelo alto (bem pelo alto, diga-se de passagem). A abertura com “Learning To Fall” poderia ser trabalhada perfeitamente como single que estouraria facilmente nas “rádios rock” do país. “Darkening The Youth” também merece destaque, assim como “The Almighty Ego”, a linda balada “Unnatural Paradise”, “Criminal” e “My Dying Seeds”, mas o disco soa convincente do início ao fim.
Merece destaque também o belíssimo trabalho gráfico, de muito bom gosto e que agrada de imediato.
http://www.laudany.com.br/
http://www.myspace.com/laudany
É isso aí meus caros espero que vocês curtam a barulheira desta semana, porque eu já to com o pescoço dolorido!!!
Espero vocês Domingão, lotando o chat!!!
Bjundas!!!
Keep Rocking Friends!!!
2 Metalsplashers:
legal o cardápio, como sempre!
=]
dessas aí só conhecia o Laudany
vou xeretar as outras!
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